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sábado, 20 de março de 2010

CONCURSO PARA CAPELÃO NA PM-RJ



Capelania Hospitalar de Lorena
Comunicação
Polícia Militar do Rio de Janeiro abre concurso para contratar 2 pastores evangélicos

O candidato deve ter idade mínima de 18 anos e máxima de 35 anos para a área de saúde. Para o quadro de pedagogo e de capelão a idade máxima é de 30 anos. A altura mínima é de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres. As inscrições podem ser feitas diretamente no site http://www.policiamilitar.rj.gov.br/ ou nas unidades da corporação credenciadas em todo o estado até o dia 17 de abril. O valor da taxa é de R$ 120,00 a ser pago no Banco Itaú. Para concorrer à isenção, é necessário comprovar renda média mensal familiar menor ou igual a R$ 511,00. Além do exame intelectual, previsto para julho deste ano, os candidatos também serão submetidos aos exames antropométrico, que avalia o peso e a altura, médico, físico, psicológico e pesquisa social e documental, que inclui também o teste toxicológico. Todos os exames têm caráter eliminatório, exceto a prova de títulos, de caráter classificatório. Os candidatos aprovados dentro do número de vagas serão matriculados no Estágio Probatório de Adaptação de Oficiais (EPAO), a ser realizado na Academia de Polícia Militar D. João VI, em Sulacap, com duração de seis meses. Com a aprovação no curso, os futuros oficiais serão nomeados no posto de 1º tenente. O último concurso foi realizado em 2001 para o preenchimento de 500 vagas. Desta turma, que se formou em abril de 2002, já há oficiais no posto de major. Outras informações podem ser obtidas no Centro de Recrutamento e Seleção de Praças (CRSP), na Avenida Marechal Fontenelle, nº 2906, Sulacap, Rio de Janeiro, CEP: 21.740-001. Os telefones são (21) 2333-5650 e 2333-5060, no horário das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. As provas discursiva e de redação serão aplicadas no dia 11 de julho.

Pr. Capelão Ricardo Solano
http://www.pastorricardosolano.blogspot.com/

segunda-feira, 1 de março de 2010

CAPELANIA HOSPITALAR


A doença representa uma dramática prova que todo ser humano tende a enfrentar. E o sofrimento gera conflitos profundos,que podem levara perder o gosto pela vida e até clamar pela morte . Até o relacionamento com Deus pode ser interrompido por causa da doença, pois ela abala violentamente e transforma toda existência ,deixando uma sensação de impotência e abandono. Ela nos mostra que não somos totalmente independentes e auto-suficientes ,mas que dependemos uns dos outros . E sentir-se dependente não é uma sensação agradável .Não deixa à vontade quem depende e incomoda quem ajuda, Na maioria das vezes ,essa experiência é sentida como crise,fazendo-nos sentir o corpo,deixando uma sensação nada agradável . A doença nos impede de fazer rotinas do dia-a-dia ,nos tira o convívio familiar e dos amigos, nos isola e principalmente, nos leva à solidão .Por mais que as pessoas se esforcem para compreender o enfermo, ninguém sentirá o que ele sente.
Além de todos os sofrimentos, o doente , por sua vez tem de se defrontar comum ainda maior :o medo de morrer.
Neste momento,entra em cena uma série de crises e onde apavorar-se e angustiar-se é um processo natural. O próprio Jesus demonstrou esse sentimento na cruz , confirmando essa teoria :”Meu Deus Meu Deus ! Por que me abandonaste?” (Marcos 15.34). Até Deus parece fugir na hora do sofrimento e da morte. No entanto , a caminhada de Jesus para a morte, revela algo surpreendente: “Pai nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lucas 23.46). Atitude suprema de quem encara a vida como algo que ultrapassa as realidades terrenas e mergulha no infinito de Deus,que é o Pai em quem devemos confiar até as últimas conseqüências .Salto esse que só aqueles que têm fé conseguem dar. A vida se encerra no sofrimento e na morte, mas se abre para Deus numa incrível e nova dimensão .
Sendo assim, aqui está a importante obra da capelania hospitalar: desenvolver sua habilidade de acolher os sentimentos expressos nas lagrimas, e manter viva e atuante no doente a fé genuína em Deus.
Em meio a tanto sofrimento, é muito notório dentro das instituições hospitalares a preocupação com a humanização, onde os meios utilizados para transformar as unidades de sofrimento são casa vez mais apresentados num sentido de respeitar o paciente como um complexo bio-psico-sócio-espiritual, tendo sentimentos, necessidades próprias, decisões a serem tomadas com a sua participação e, acima de tudo,falar o que sente para que todos possam ouvi-lo,pois sendo tratado como um todo pode ser realmente saudável . A capelania tem uma grande parcela de contribuição para a humanização hospitalar, pois quebra toda uma barreira que, durante anos ,imobilizou perspectivas , sentimentos e emoções. A capelania evangélica ,tem uma missão especifica dentro da instituição hospitalar, que é demonstrar o amor de Jesus e sua salvação, complementando o serviço médico: salvar vidas, ma, não podemos nos privar de contribuir para o bem estar de seus familiares e equipe multidisciplinar , pois, participamos de grandes mudanças que estão a caminho, onde todas elas se voltam para o resgate dos valores que se perderam ao longo do tempo: dignidade, respeito pelo outro,solidariedade,amizade , cooperação ,paz , amor ao próximo e à vida. Vejamos o exemplo de Jesus, o maior de todos os capelães (participou do sofrimento das pessoas, consolou, chorou,alegrou-se,mas curou as feridas da alma e deu nova vida para todos os que cressem n’Ele , e “Tomou sob si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças” Isaias 53.4, além de estar entre as pessoas que necessitavam de uma palavra amiga, teve parte nas dores das pessoas,consolou,se alegrou,chorou,ensinou,curou e morreu para nos salvar.
Mas, a sua morte não encerrou o seu amor para conosco, pois Ele lutou nas regiões celestiais e venceu a morte, ressuscitou e nos garantiu a vida eterna.
Com certeza o exemplo do Mestre da vida ,Jesus Cristo ,nos fortalece e, através do seu Espírito Santo, nos capacita para investirmos com as nossas vidas, nessa importante missão dentro dos hospitais,pois o grande número de pessoas que por ali passam a cada dia se multiplica, e não podemos nos esquecer das palavras do Senhor Jesus “Estive enfermo e vocês cuidaram de mim” Mateus 25.36b. Que possamos ter nesse trabalho, responsabilidade, sem nos esquecer de que,acima de tudo precisamos estar bem preparados espiritual , física e psicologicamente pois não podemos nos esquecer de que estamos dentro de uma instituição que trata com doenças , e suas conseqüências em certas circunstancias , requer cuidados específicos, para que não sejamos condutores de infecções aos pacientes ou receptores.Devemos estar preparados para enfrentar situações de extremo impacto para com os nossos olhos, e diante desses quadros ,agir com mansidão e tranqüilidade para não transmitirmos ao paciente choque por causa de condição física. Sempre evitar o contato com o hospital em caso de baixa resistência imunológica. A presença do trabalho de capelania dentro da instituição deverá ter fortes vínculos de ligação com a direção ,pois,deve ser sempre uma voz de intermediação no contexto hospitalar,onde a sua proximidade com a equipe médica e funcionários ,mantém-se de maneira harmoniosa.

A CAPELANIA DIANTE DA MORTE

Quanto mais avançamos no campo da ciência ,mais parece que tememos e negamos a realidade da morte. Vivemos uma época onde as pessoas temem em falar sobre o assunto,pois,encaram a mote como um tabu,sendo que morrer é muito triste,solitário ,sobretudo mecânico e desumano. No passado o assunto era tido como algo comum e natural a todos nós ,mas como o evoluir dos anos ,as pessoas abandonaram a reflexão , e a manifestação da emoção não é vista com bons olhos; somente um sentimento de perda é expresso, sendo ligeiramente ocultado das relações pessoais e, principalmente,das crianças.Mas a perda é muita abrangente em nossa vida,pois perdemos, não só pela morte , mas também por abandonar e ser abandonado, por mudar e deixar coisas para trás e seguir nosso caminho.
E nossas perdas incluem não apenas separações e partidas dos que amamos ,mas, também , a perda consciente ou inconsciente de sonhos românticos, expectativas impossíveis, ilusões de liberdade e poder, ilusões de segurança e a perda do nosso próprio eu jovem, o eu que se julgava para sempre imune às rugas,invulnerável e imortal. As perdas fazem parte da vida universais ,inevitáveis, inexoráveis. E essas perdas são necessárias porque ,para crescer,temos de perder, abandonar e desistir.
De acordo com a famosa tanatóloga, norte – americana Elisabeth Kublrr Ross, o paciente enfrenta cinco estágios da perda. O primeiro é a negação, onde o doente nega sua própria condição ,ou seja , a doença.
O segundo é a raiva , onde ele toma consciência de que sua doença é realmente grave e isso lhe causa muita revolta. O terceiro é a barganha ,pois já que não adiantou negar nem ficar revoltado ,tenta tirar algum proveito da própria doença, onde tentará barganhar ou até trocar com Deus. O quarto é a depressão, fase essa que o doente não quer receber visitas e ,ás vezes ,até a família é atingida por esse comportamento.
Esse momento, a equipe de capelania precisa entender e respeitar pois é o momento de interiorização do doente, E, por fim,vem o quinto estagio , que é a aceitação. Não é um momento fácil ,mas o doente aprendeu a conviver com a doença e a aproveitar o tempo que lhe resta.
A presença da capelania ,embasada em uma conduta cristocêntrica atua nessa situação alicerçada na fé e autoridade da Palavra,pois o seu íntimo relacionamento com o dono da vida nos dá motivo para ter esperança,até mesmo , nos momentos de dor.
“Se cremos que Jesus morreu e ressurgiu ,cremos também que Deus trará , mediante Jesus e com ele, aqueles que nele dormiram”1 Tassalonicenses 4.14

“Podemos confortar e animar uns aos outros com essas palavras, convencidos de que, no futuro, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados, Quando porém ,o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade , e o que é mortal , de imortalidade, então se cumprirá a palavra que esta escrita:A morte foi destruída pela vitória” 1Coríntios 15.52,54

A morte não é o fim da existência ; ela é o começo da vida eterna.
A morte física vai continuar existindo enquanto o diabo tiver permissão de exercer poder sobre a morte,mas, através da crucificação e da ressurreição ,Jesus derrotou a morte e prometeu que todo o que vive e crê nele “Não morrerá eternamente” .
A atuação da capelania nesse contexto, deve ser de apoio às pessoas envolvidas,saber ouvir,orar com sabedoria,mostrar-se sempre acolhedor e receptivo.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

ESSAS NOTICIAS MOSTRA QUE ESTAMOS FAZENDO UM BOM TRABALHO



Câmara aprova presença de sacerdotes em hospitais


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na quinta-feira (27), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 715/99, do deputado José Linhares (PP-CE), que assegura a sacerdotes e demais ministros religiosos acesso a hospitais e clínicas, públicos ou privados, para prestar assistência religiosa. O texto segue para o Senado.
A proposta assegura a presença de médico ou profissional por ele indicado para acompanhar a visita, que deverá ser solicitada pelo enfermo ou por algum parente.
O relator na CCJ, deputado Pastor Manoel Ferreira (PTB-RJ), sugeriu também a aprovação de emenda da Comissão de Seguridade Social e Família que exige autorização do médico para a presença dos religiosos.
(Fonte: Agência Câmara)


Cresce atuação evangélica na saúde
SÃO PAULO – Dos 71 cadastros de representantes religiosos em 41 hospitais, 50,7% são católicos; 36,6% evangélicos; 9,9% espíritas; e 2,8% são da Seicho-No-Ie
Estudo realizado pela Secretaria Estadual de Saúde em 41 hospitais da rede mostra que a presença de grupos evangélicos vem aumentando nas visitas religiosas a pacientes internados e acompanhantes. Em 1998, quando entrou em vigor a lei estadual que obriga o cadastro de representantes religiosos em hospitais, existiam em apenas dez unidades.
Hoje, existe a presença de evangélicos em 26 de 41 hospitais.
Fonte: Diário de São Paulo

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Condenado casal que rezou em vez de levar a filha ao médico


O casal americano que foi condenado por ter rezado pela filha doente em vez de levá-la ao médico, resultando na morte da menina, foi sentenciado a dez anos de liberdade condicional.
Dale e Leilani Neumann também terão que passar um mês na prisão a cada ano, nos próximos seis anos.
A filha deles, Madeline, de 11 anos, morreu em março do ano passado, vítima de diabetes, em sua casa na zona rural do Estado de Wisconsin, cercada de pessoas que rezavam por sua recuperação.
No julgamento, o pai, de 47 anos, disse que acreditava que Deus poderia curar sua filha.
Neumann, que chegou a estudar para ser ministro pentecostal, disse ao júri que, caso chamasse ajuda médica para a filha, "estaria colocando o médico à frente de Deus".
O juiz do caso afirmou que os Neumann são "pessoas boas que tomaram uma decisão errada".
Tratamento
Dale Neumman disse ainda que pensava que sua filha tivesse uma gripe ou febre e não sabia da gravidade da doença.
Madelaine não conseguia caminhar, falar, comer ou beber. Ela permaneceu deitada no chão enquanto os pais e outras pessoas rezavam à sua volta.
Somente quando a menina parou de respirar, a família chamou uma ambulância.
Especialistas médicos presentes ao julgamento disseram que a menina poderia ter sobrevivido se tivesse recebido tratamento adequado.


Resposta: Eu estou sendo criticado por alguns evangélicos, até chamado de herege, pois tenho combatido esse tipo de situação através de cultos de ensino da capelania hospitalar, o milagre existe e eu sou prova viva, estou andando graças a um milagre, pois segundo o meu neurocirurgião eu só voltaria a andar se voltasse depois da segunda cirurgia cervical e lombar, mais estou aqui fazendo a obra de Deus e andando, até o final do ano vou realizar a segunda cirurgia de descompressão da lombar e ficar 100% curado , nos temos que entender que Deus faz milagre através das mãos dos médicos , a medicina e coisa de Deus, eu sempre ensino que não podemos afirmar que Deus vai curar, nos devemos sim pedir a Deus para curar e colocar nas suas mãos o enfermo e não fazer falsas promessas dizendo VOCÊ TA CURADO EM NOME DE JESUS e no dia seguinte a unha encravada ai está lá doendo como nunca , tem evangélico ? que não perde um culto de cura teve um pilantra que se dizia pastor que retirou um tumor de uma fiel, através de "milagre de cura divina", mas tudo não passou de charlatanismo, pois o suposto tumor não passava de um pedaço de carne bovina, que o mesmo retirou do bolso amarrado num pedaço de linha , por isso povo de Deus cuidado pois heresia quem esta praticando são vocês usando o nome de Deus em charlatanismo barato e dando testemunhos mentirosos de cura , só para aparecer e ser um SANTARÃO da sua congregação.